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Hermom Blog

Aprendendo a confiar mesmo quando as respostas não chegam


Existem momentos na caminhada cristã em que tudo parece claro. A presença de Deus é evidente, as respostas chegam e a fé parece fluir naturalmente. Mas também existem estações em que o silêncio parece ocupar o lugar das respostas.


Esperar em Deus!

São dias em que as orações parecem não passar do teto, os planos não se concretizam e as perguntas parecem se multiplicar. E, nesses momentos, é comum surgir a dúvida: “Será que Deus se esqueceu de mim?”


A Bíblia nos mostra que muitos homens e mulheres de Deus também passaram por períodos assim. Davi derramou seu coração em vários salmos. José viveu anos de espera antes de ver o cumprimento das promessas. Elias enfrentou dias de desânimo, e até Marta e Maria precisaram aprender a confiar em Jesus quando parecia que Ele havia chegado tarde demais.


Mas uma verdade permanece: o silêncio de Deus nunca significa a ausência de Deus.


Nem sempre conseguimos enxergar o que o Senhor está fazendo, mas podemos confiar que Ele continua trabalhando. Muitas vezes, enquanto esperamos uma resposta, Deus está trabalhando em nosso caráter, fortalecendo nossa fé e nos ensinando a depender mais dEle do que das circunstâncias.


Presença de Deus

Vivemos em uma geração acostumada com respostas imediatas. Porém, o Reino de Deus nos ensina que há processos que só podem ser amadurecidos no tempo certo. A espera não é um sinal de abandono, mas uma oportunidade para aprender a descansar naquele que conhece todas as coisas.


Talvez hoje você esteja vivendo um desses momentos. As respostas ainda não chegaram, os caminhos parecem incertos e o coração se sente cansado. Se esse é o seu caso, lembre-se: Deus não deixou de ouvir suas orações.


Mesmo no silêncio, Ele continua sendo Pai.


Mesmo na espera, Ele continua sendo fiel.


Mesmo quando não entendemos, podemos descansar em quem Ele é.


Oração entre os irmãos

Na Hermom, temos aprendido que a fé não é sustentada apenas pelos momentos extraordinários, mas também pela confiança diária naquele que prometeu estar conosco todos os dias.


Que o silêncio nunca seja interpretado como distância, mas como um convite para confiar ainda mais naquele que nunca falha.


“Aquietem-se e saibam que eu sou Deus.” Salmos 46:10

Porque, muitas vezes, quando parece que Deus está em silêncio, é justamente nesse tempo que Ele está preparando algo maior do que podemos imaginar.




 
 
 

A presença de Deus não foi feita apenas para os domingos.

Existem momentos nos cultos em que sentimos Deus falar profundamente ao nosso coração.


Na adoração, em uma oração, durante a Palavra ou até em uma simples conversa após o culto, somos renovados, fortalecidos e lembrados de que não estamos sozinhos.


Adoração
Adoração

Mas, quando a semana começa, a rotina também chega: compromissos, preocupações, cansaço, pressão e distrações que tentam nos afastar daquilo que vivemos na presença de Deus.


E talvez uma das maiores perguntas da vida cristã seja: Como permanecer espiritualmente firmes durante a semana?


Na Hermom, temos vivido algo muito especial como igreja.


Mais do que cultos, Deus tem nos conduzido a uma vida de comunhão, oração e relacionamento genuíno. Temos visto pessoas sendo restauradas, famílias se aproximando, voluntários servindo com alegria e vidas sendo tocadas em ambientes simples, mas cheios da presença de Deus.

Isso nos lembra uma verdade importante: a fé não deve ser vivida apenas em momentos específicos — ela precisa ser cultivada diariamente.


Pequenos hábitos fortalecem grandes jornadas.


Nem sempre serão grandes experiências espirituais que manterão nossa fé viva. Muitas vezes, será a constância nos pequenos momentos

  • Uma oração antes de começar o dia.

  • Alguns minutos lendo a Palavra.

  • Um louvor no caminho para o trabalho.

  • Uma conversa edificante.

  • Um culto no meio da semana.

  • Um coração disposto a permanecer perto de Deus.


Momento de Leitura Bíblica

São atitudes simples, mas que fortalecem nossa caminhada.


Jesus nos ensinou em João 15 que permanecer nEle é essencial. E permanecer exige proximidade, relacionamento e continuidade.


A importância da comunhão

Uma das coisas mais bonitas que temos vivido na Hermom é justamente o valor da comunhão.


Nos corredores da igreja, no café após o culto, nos ministérios, nos momentos de oração e até nos bastidores, percebemos que Deus também se move através das conexões entre pessoas.

A comunhão fortalece, e encoraja.

A comunhão nos lembra que não caminhamos sozinhos.


Comunhão

Em tempos onde tantas pessoas vivem isoladas emocionalmente e espiritualmente, fazer parte de uma igreja saudável se torna ainda mais importante.


Permanecer é uma escolha diária

Manter a fé viva não significa viver todos os dias intensamente emocionados. Significa continuar caminhando com Deus mesmo nos dias comuns.

É escolher permanecer.

Mesmo quando a rotina é corrida. Mesmo quando existem lutas.


Deus continua presente nos dias simples.


Que possamos viver uma fé constante — não apenas dentro da igreja, mas também em nossa rotina, em nossa casa e em cada detalhe da vida.


“Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês.” João 15:4
Lugar de pertencimento

Na Hermom, seguimos caminhando juntos, crescendo em comunhão e buscando viver diariamente aquilo que Deus tem derramado entre nós.



 
 
 

Ontem vivemos uma das noites mais marcantes da história da nossa igreja Hermom. Celebrar 25 anos já é motivo de profunda gratidão — mas Deus nos deu muito mais do que uma comemoração: deu-nos um mover.


A casa ficou completamente lotada. Centenas de pessoas ocuparam cada canto do nosso templo, e precisamos abrir o anexo para transmitir simultaneamente. Uma multidão reunida com o mesmo propósito: ouvir, sentir e ser transformada.


A peça “DISTRAÇÃO”, da Cia Nissi, trouxe uma mensagem tão atual quanto urgente:

E se o maior plano do inimigo contra nós não fosse a destruição, mas a distração?



A história de uma jovem que herda uma fé viva — como Paulo descreve em Timóteo — nos conduziu a refletir sobre o legado espiritual que carregamos. Ao encontrar um baú com cartas do Amado, ela é atraída a uma jornada de fome pela Palavra… até que surge um personagem sedutor, habilidoso, quase irresistível: um ilusionista, um mestre em distrações.

Seu objetivo? Não destruir, mas roubar a atenção. Afastar do propósito eterno, pouco a pouco.



Com uma dramaturgia intensa, visual marcante e inspiração em esquetes como Não Toque, a apresentação confrontou cada um de nós com uma pergunta profunda:

Ainda temos fome pelas cartas, ou já fomos distraídos?

E o que Deus fez ao final foi extraordinário. Dezenas de pessoas deram um passo de fé, aproximando-se de Cristo com o coração aberto, sedentos por recomeço, reconexão e entrega.


Uma noite de impacto.

Uma celebração histórica.


Um alerta para os próximos 25 anos: permanecer atentos, com o coração fixo no Amado.





 
 
 
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